Como descartar medicamentos?


Remédio vencido pode ser descartado em postos

Depois dos postos de coleta de material reciclável, pilhas usadas e até de óleo de cozinha, estão ganhando espaço os que recolhem remédios vencidos.
Em São Paulo, duas grandes redes de farmácias e todas as Unidades Básicas de Saúde da capital já aceitam os remédios trazidos pela população. Outros Estados têm iniciativas similares. Mas a criação desses postos é voluntária. Farmácias e hospitais não são obrigados a recolher remédios, nem consumidores são obrigados a levá-los para a coleta. 
 
RISCO À SAÚDE
Segundo Gustavo Trindade da Silva, chefe da unidade técnica de regulação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), entre 10 mil e 28 mil toneladas de remédios são jogados fora pelos consumidores a cada ano.
Remédios jogados no lixo ou no esgoto, afirma Silva, podem poluir o solo e a água e trazer risco para o ambiente e para as pessoas.



Darlan Marinho Alves
Texto retirado da Internet

Como reaproveitar lâmpadas?



Lâmpadas incandescentes queimadas podem ter uma nova serventia, ao invés de serem descartadas diretamente no lixo, e despejadas em aterros sanitários. A sugestão, é transformá-las em pequenos vasos suspensos, para decorar sua casa de maneira sustentável.

Atenção:
Nunca use uma lâmpada fluorescente, o pó existente no interior deste modelo é muito tóxico. Use uma toalha ou luvas para o caso de a lâmpada quebrar e coloque os óculos de proteção. O vidro externo preto e o vidro no interior da lâmpada são bastante afiados, tome cuidado.

Texto retirado da Internet
 Pedro da Costa Fortes
 Felipe Souza da Silva

Como descartar pilhas e baterias?


Uma questão que pode e deve ser resolvida


Apesar da aparência inocente e de pequeno porte, as pilhas e baterias de celular são hoje um problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos e compostos de metais pesados altamente tóxicos e não-biodegradáveis como cádmio, chumbo e mercúrio, depois de utilizadas, a maioria é jogada em lixos como comuns e vai para aterros sanitários ou lixões á céu aberto.

A forma como são eliminados e o consequente vazamentos de seus componentes tóxicos contamina o solo, os cursos d’ água e o lençol freático, atingindo a flora e a fauna das regiões circunvizinhas. Através da cadeia alimentar, essas substâncias chegam, de forma acumulada, aos seres humanos.

O problema das pilhas é mais grave comparado aos das baterias do celular, que possuem maior durabilidade, e não são descartadas com tanta facilidade e rapidez pelos consumidores como é o caso das pilhas, que possuem menos tempos de uso e são jogadas em qualquer lugar.

Os metais pesados contidos nas pilhas e baterias, quando absorvidos são de difícil eliminação pelo organismo, podendo causar diversos efeitos nocivos no ser humano, tais como: alergias de pele e respiratórias; náuseas e vômitos; diarréias; diminuição do apetite e do peso; dores do estômago e gosto metálico na boca; instabilidade, com distúrbio no sono; inibição das células do organismo e bronquites. Pode inclusive causar danos ao sistema nervoso, edemas pulmonares, osteoporose e alguns tipos de câncer.


Dêniston Marinho Alves
Texto retirado da Internet

Como descartar óleo de cozinha?


RECICLAR ÓLEO DE COZINHA PODE CONTRIBUIR PARA DIMINUIR O AQUECIMENTO GLOBAL

O óleo de cozinha usado, quando jogado diretamente no ralo da pia ou no lixo polui córregos, riachos, rios e o solo, além de danificar o encantamento em casa.

Quando lançado no solo, no caso do óleo que vai para os lixões ou aquele que vem junto com a água dos rios e se acumula em suas margens, impermeabiliza o solo, impedindo que a água se infiltre, piorando o problemas das enchentes.

Um litro de óleo de cozinha pode poluir cerca de 10.000 litros de água, mas algumas estimativas dizem que um litro de óleo de cozinha pode poluir um milhão de litros de água, (esta quantidade de água é aproximadamente o que uma pessoa consome em 14 anos).

NÃO JOGUE ÓLEO PELO RALO

João Vitor de Araújo Eduardo
Texto retirado da Internet